
Exposição fotográfica do THIAGO ZANOTTI ,de 01/06 a 29/06 no DE KROEG -Arte Galeria
Av. Jaime Reis,320
Mais infos: flickr.com/photos/thiagohzanotti/2528141879/
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A boa estréia da Marvel Studios
Rober Machado
O Homem de Ferro surgiu em 1963 pelas mãos de Stan Lee, Jack Kirby, Larry Lieber e Don Heck. O conceito do personagem foi criado por Stan Lee enquanto Kirby criou o visual. A primeira história foi escrita por Larry (irmão de Stan) e desenhada por Heck. Homem de Ferro era um herói diferente dos outros até então, não nascera com nenhum poder especial, também não ganha nenhum superpoder, não sofreu nenhum evento traumático na infância, não era tão jovem quanto outros heróis e não teve nenhum mentor que o levasse a praticar o bem.
Tony Stark era um milionário, dono de uma empresa que desenvolvia armamentos. Muito inteligente, ele próprio criava as maiorias das invenções de sua companhia. Quando estava no Vietnã testando novas armas, foi capturado por comunistas para desenvolver armas para seus algozes. Antes de ser capturado, é atingido pelo estilhaço de uma bomba, que se aloja perto do seu coração. Com a ajuda de outro prisioneiro, o professor Yinsen, cria uma placa peitoral para manter o estilhaço afastado de seu coração. Ao invés de construírem armas, os dois criam uma armadura que irá ajudá-los a fugir do cativeiro. Yinsen morre distraindo os guardas enquanto Stark carregava a bateria da armadura. Depois volta aos EUA, cria uma nova armadura e decide virar um herói. Novas versões da armadura vão surgindo ao longo dos anos, com mais inovações tecnológicas. Também foi um dos membros fundadores dos Vingadores, o principal grupo de super-heróis do Universo Marvel.
Homem de Ferro é um dos principais super-heróis da Marvel, mesmo que pouco explorado em outras mídias. Pode-se dizer que foi uma ótima escolha para a estréia da Marvel Studios, o braço cinematográfico da empresa. Controlando diretamente os filmes de seus personagens, espera-se que não se façam mais besteiras como Demolidor e Elektra e que agora as adaptações sejam mais fiéis.
É exatamente isso que acontece com o filme do Homem de Ferro. A adaptação é bastante fiel, apenas com atualizações mais pertinentes à nossa época. Ao invés do Vietnã, a captura de Tony Stark ocorre no Afeganistão e os comunistas foram trocados por terroristas. De resto, a origem é a mesma. Os personagens coadjuvantes também tiveram suas características mantidas, exceto o mordomo Jarvis, radicalmente diferente dos quadrinhos.
O principal destaque é mesmo Robert Downey Jr. Considerado um dos melhores atores de sua geração, mas teve diversos problemas pessoais que afetaram sua carreira. Recuperado, agora tem a oportunidade de provar que pode ser o principal nome numa superprodução. Sua interpretação do milionário playboy é perfeita, já pode figurar ao lado de outros atores que encarnaram perfeitamente personagens de quadrinhos, como Christopher Reeve, Hugh Jackman e Tobey Maguire.
O resto do elenco também é respeitável, Jeff Bridges, Terrence Howard e Gwyneth Paltrow dão tanta consistência a seus personagens que até os diálogos mais clichês parecem críveis.
O filme não é nenhuma maravilha, mas é uma boa história de apresentação do personagem. Boa parte do filme centra-se no desenvolvimento das armaduras do Homem de Ferro, a primeira e a definitiva, principalmente. Com isso, há apenas três seqüências de ação, sendo a segunda a melhor e a mais longa, mostrando a primeira vez que Tony Stark utiliza sua armadura definitiva. Essa pouca ação nem se nota porque andamento é bem executado, com um humor bem dosado ao longo do filme. Era natural que houvesse humor no filme porque o diretor Jon Favreau é oriundo de comédias, tanto como ator quanto diretor, mas não ficou exagerado. Favreau aparece no filme interpretando o personagem Happy Hogan, que entra mudo e sai calado.
Os nerds não foram esquecidos pela produção, existem vários detalhes para quem acompanha as histórias do herói há anos, mas isso não atrapalha o entendimento do espectador comum. Para quem conhece o histórico do Homem de Ferro, sabe que boa parte desses detalhes são sementes plantadas para as futuras continuações, que inevitavelmente irão acontecer.
ATENÇÃO: Não vá embora antes de terminar o filme. Há uma importantíssima cena que acontece após os créditos finais e que não foi mostrada para a imprensa. Se você perdeu, saiba do que se trata nessa matéria do Omelete:
http://www.omelete.com.br/cine/100012385/Homem_de_Ferro.aspx
Uma envolvente caçada
Rober Machado
Seton é um mangá diferente dos outros publicados no Brasil. Para começar, é uma biografia, um gênero pouco comum nos quadrinhos
Ernest Thompson Seton (1860-1946) nasceu na Inglaterra e sua família emigrou para o Canadá quando tinha seis anos. Nutriu uma grande admiração pela natureza e pelos animais. Estudou pintura e tentou entrar no círculo artístico parisiense, mas suas idéias sobre pinturas de animais não foram compreendidas. Depois foi para os Estados Unidos. Entre várias realizações, escreveu diversos livros sobre a vida selvagem, com ilustrações próprias, e participou ativamente dos movimentos de escotismo.
O primeiro volume, Lobo, o Rei de Currumpaw, apresenta o momento da vida de Seton em que volta de Paris e é contratado para caçar um lobo que atacava o gado no Novo México. A história é baseada num dos livros de Seton que narra a caçada a esse lobo. O que a torna incomum é que se trata de um lobo magnífico, líder de uma alcatéia, muito inteligente e que nunca caía nas armadilhas preparadas pelos homens. Também atacava ferozmente o gado, escolhendo os melhores espécimes no rebanho. Matava uma cabeça por noite, no mínimo. A história mostra todos os passos que Seton executou na caça do lobo, também o envolvimento emocional com a caçada e o respeito que vai nutrindo pelo animal, que aumenta a cada vez que o lobo escapa das armadilhas. A conclusão é ótima e emocionante.
O mangá foi escrito por Yoshiharu Imaizumi, formado em veterinária e que traduziu diversas obras de Seton para o japonês, além de escrever um livro sobre o naturalista. Imaizumi desenvolve a história lentamente e mantém o interesse do leitor pela caçada, prendendo a atenção cada vez mais no desenrolar dos acontecimentos. Os desenhos de Jiro Taniguchi também têm uma boa dose da responsabilidade para manter essa atenção do leitor. O estilo realista e bastante minucioso é um grande trunfo, mas as cenas de caçada do lobo aos animais das fazendas é um espetáculo à parte. Taniguchi é um desenhista muito respeitado no Japão e na Europa, mas só teve uma obra lançada no Brasil, O Livro do Vento, também pela Panini.
A edição da Panini é bem acabada, há um glossário de termos utilizados na história, além de um texto do autor sobre Seton. Há alguns erros de revisão, como é comum nas edições da Panini, mas em número pequeno, o mais grave foi trocar 1894 por 1984. Por suas características, esse mangá é uma aposta arriscada da Panini, não se sabe direito que público irá se interessar pela obra. Espera-se que publiquem as edições prometidas, não cancelando como aconteceu antes com outros títulos.
Uma longa viagem dentro e através das páginas de Jornada ao Oeste
Rober Machado
Depois de O Tigre e o Dragão, outra HQ chinesa chega ao país. Jornada ao Oeste não poderia ser mais diferente de sua conterrânea. Enquanto a primeira é uma representante da mais nova safra dos quadrinhos chineses, fortemente influenciada pelo mangá, Jornada representa um outro momento histórico do país e os desenhos são totalmente diferentes.
Publicada originalmente em 1962, esta história fazia parte de um movimento do governo para aumentar o nível cultural da população e os quadrinhos eram uma forma rápida e eficiente para isso. Diversas obras literárias foram adaptadas para os quadrinhos, Jornada ao Oeste é uma delas e a mais famosa. Com a Revolução Cultural conduzida por Mao Tse-Tung em
Originalmente escrita por Wu Cheng'en (1500-1582) no século 16, Jornada ao Oeste une uma história real com diversos mitos da cultura chinesa. Conta a viagem que um monge fez até a Índia em busca de textos sagrados do budismo. Mas o personagem principal da história é o companheiro de viagem do monge, Sun Wukong, um macaco antropomorfizado que possui poderes mágicos.
Também conhecido como o Rei dos Macacos, Sun Wukong é uma figura mítica bastante famosa no Oriente, tendo aparecido em diversos livros, filmes, óperas, games, peças de teatro e desenhos animados. O personagem é interpretado por Jet Li em seu mais recente filme, The Forbidden Kingdom. Os leitores ocidentais de quadrinhos talvez nunca tenham ouvido falar de Wukong, mas com certeza conhecem um personagem que foi livremente inspirado nesse mito: Son Goku, o protagonista de Dragon Ball. Entre os vários pontos em comum, ambos podem viajar montados em nuvens.
Jornada ao Oeste é frequentemente comparada com grandes obras da literatura, em especial com a Odisséia já que ambas contam uma longa história de uma viagem repleta de personagens e situações fantásticas. Há passagens semelhantes, como a Fada da Colina que equivale às sereias que Ulisses encontra em sua viagem.
A versão em quadrinhos foi produzida por diversos artistas, cada capítulo é de responsabilidade de um time diferente, mas há uma grande uniformidade no estilo dos desenhos. O formato é bastante rígido: dois quadros por página, do mesmo tamanho, sem balões e com o texto na parte de baixo de cada quadro. Os desenhos sempre mostram cenas com planos abertos, não há nenhum close, e o texto muitas vezes é redundante com o desenho. Mesmo que o estilo seja muito parecido, há sutis diferenças entre os desenhistas que podem ser percebidas se olhadas com atenção. Somente os desenhistas dos capítulos 7 e 8 fogem um pouco do padrão e mostram algumas cenas com ângulos de visão um pouco diferente, dão mais destaque ao cenário do que aos personagens e mostram o único plano médio de um personagem em toda a edição, na página 370. Mesmo assim, essa “ousadia estilística” só ocorre em alguns quadros.
Jornada ao Oeste está no tênue limite entre quadrinhos e livro ilustrado, já que a história poderia ser lida sem o auxílio dos desenhos. Só que o texto sozinho não dá conta da riqueza de detalhes presentes nos desenhos. Portanto, é realmente uma história em quadrinhos, mas com uma narrativa muito pobre.
Isso tudo pode parecer que é uma leitura enfadonha, ainda mais levando em conta que este é o primeiro de três volumes e possui 466 páginas, contudo mantém o interesse do leitor pelo desenrolar da viagem do monge e seus companheiros que vão se juntando durante a jornada, também apresentando uma mitologia muito diversificada e rica, pouco conhecida do leitor ocidental. Além do mais, é o tipo de história para se ler lentamente, aproveitando suas minúcias.
A edição da Conrad mantém o padrão de qualidade de suas publicações, com um ótimo prefácio de Rogério de Campos falando sobre os quadrinhos chineses e o contexto de produção de Jornada, além de uma introdução escrita pelo tradutor Adam Sun explicando um pouco mais da obra. No site da editora há uma bela amostra das páginas iniciais do livro, inclusive com os textos da introdução e a galeria de personagens:
De Hideo Yamamoto, suspense / adulto, R$ 9,90, Formato 13,7 x 20 Cm, 256 Páginas, Em Andamento no JapãoÁlbum UN1 Dia, de Rodrigo Guinski
Exposição e lançamento do álbum UN1 Dia, narrativa gráfica em xilogravura
+ exibição de animação
Abertura 15 de abril, terça-feira, 19h
de 15 de abril a 15 de junho de 2008
Centro Cultural Solar do Barão – Museu da Gravura – Sala do Lustre – espaço 10
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, nº 533
Horários de visitação: de terça a sexta, das 9h às 12 e das 13 às 18h
sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h
A exposição é o resultado do projeto UN1 Dia desenvolvido para a Bolsa Produção para Artes Visuais da Fundação Cultural de Curitiba através do Fundo Municipal de Cultura.
Conto com a presença de vocês,
Rodrigo Guinski
www.rguinski.com/1dia - site com making of do álbum UN1 Dia

Quadrinhópole traz uma única história em sua nova edição
Rober Machado
O sexto número da revista independente Quadrinhópole cumpre uma promessa feita na segunda edição, lançada em dezembro de 2006, na qual foi publicada a primeira parte de história chamada Insanidade. No final dela havia a palavra “continua”, mas nas edições seguintes a continuação não foi publicada. Somente agora é que os leitores poderão conferir o que aconteceu com o jovem aparentemente normal que foi mandado para o hospício sem saber o motivo. Numa sábia decisão foi republicada a primeira parte da história junto as três restantes, não prejudicando leitores que não leram a primeira ou que nem lembravam dela. No editorial da revista há uma explicação sobre o atraso da publicação dessa história. Isso mostra que a revista tem o compromisso com leitor de não deixar nenhuma história inacabada, mesmo que tenha que utilizar outros desenhistas para poder concluir o trabalho, como o caso de Insanidade. A primeira parte tinha os desenhos de Isaac Santos enquanto as restantes ficaram a cargo de Henrique Assale, Lipe Dias e Ângelo Ron.
Para quem leu a segunda edição, essa história era a mais fraca. Agora lendo por completo, o enredo ganha um pouco mais de força, mesmo que um leitor mais atento consiga deduzir o motivo da internação de Leonard através das pistas e referências que são deixadas ao longo da história. Mas o que não ajuda mesmo são os desenhos, mesmo tentando uma certa unidade entre todas as partes, os desenhos ainda parecem amadores, principalmente nas partes 2 e 4. Quem se sai melhor é Lipe Dias na parte 3, que parece já ter praticado mais, com um estilo mais apurado.
A edição traz uma boa capa de Julio Shimamoto, além de uma ótima entrevista com esse mestre dos quadrinhos brasileiros. Entretanto faltou uma revisão na entrevista, há vários erros de ortografia. O próprio revisor do Word já arrumaria muitos deles.
Fechando a revista, há a estréia de uma seção de cartas, um importante canal de comunicação com leitor. Ótima iniciativa.
Devido a publicação completa de Insanidade, a revista ficou sem seu carro-chefe, a boa série Undeadman. Uma pena, espera-se que retorne no próximo número junto com boas histórias como ocorreu em edições anteriores.
Amigos e tequila-Tipos #5
Outro lançamento independente é o quinto número da mini-revista Tipos, que traz a história Tequila Shots, escrita por Cláudio Yuge e desenhada por Papito. A história de dois amigos, um desempregado e outro que só pensa em curtir a vida, é um bom conto urbano. O estilo lembra o das histórias dos gêmeos de 10 Pãezinhos, tanto na trama quanto nos desenhos, o que não desmerece o trabalho, que tem sua personalidade e não é uma mera cópia. Leitura rápida e agradável.

Dia 02/04, quarta-feira, o quadrinhista JOSÉ AGUIAR estará lançando seu novo trabalho "QUADRINHOFILIA"- editora HQM na GIBITECA DE CURITIBA às 19 hs.
No lançamento a ITIBAN estará fazendo uma promoção: 10 % de desconto no álbum e 20 % de desconto para quem levar "QUADRINHOFILIA" + "FOLHETEEN" !!!
Data: 02/04
hora: 19 hs
local: GIBITECA DE CURITIBA-Solar do Barão
Rua Carlos Cavalcanti, 533
Informações: 41-3321-3250
41-3232-5367
APOIO: FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, ITIBAN COMIC SHOP ,PADARIA AMÉRICA





| 05/03/2008 - Morre Gary Gygax, o pai dos Role-Playing Games |
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Olá !
Esta é a programação das atividades na Itiban no mês de MARÇO .
Como o movimento de jogadores vêm aumentando constantemente,
sentimos a necessidade de colocar algumas regras para uma boa
convivência na área de jogo/eventos e bom funcionamento da loja:
1-
O espaço de eventos será destinado apenas às atividades
organizadas para aquele dia de acordo com a programação. As mesas
que eventualmente estiverem sobrando serão ocupadas de acordo com
a ordem de chegada dos jogadores.
2-
As mesas de RPG deverão ser agendadas com antecedencia, assim como
qualquer outra atividade que queiram desenvolver no espaço da loja.
3-
Jogadores que não estiverem inscritos nos torneios e outras atividades
de sábado deverão liberar a área de jogo .
4-
O espaço da loja , onde ficam as estantes de livros, deverá permanecer
livre para a circulação dos clientes. As trocas de cartas NÃO poderão
acontecer
nesta área.
5-
As inscrições dos torneios se encerrarão quinze minutos antes do início
ou enquanto tiverem vagas.
Através destas medidas, estamos procurando melhorar o atendimento
para todos os clientes e jogadores, e por isso contamos com a sua
compreensão,respeito e colaboração. Sendo assim,fique atento à programação
mensal, para não ficar de fora!
Jogadores de NARUTO E HERO CLIX ENTREM EM CONTATO PARA INCLUIR SEUS TORNEIOS !!!
E agora, vamos ao que interessa: a programação !
MARÇO :
LIGA POKEMON -
*TODOS OS SÁBADOS
10-12 hs
Inscrição: R$10,00 para treinadores novos (válido para 04 sábados)
ou R$ 5,00 p/ os já participantes
OBS: Pedimos aos pais que acompanhem seus filhos na inscrição p/
tirar dúvidas ,autorização e cadastro!!!
Vagas: 40
01/03/08
Torneio:
Magic The Gathering. Tipo IV (extended)
Início: 14 hs
vagas: 20
Inscrição: R$ 8,00
Premiação: boosters
Yugi-Oh:
Início:13:30 hs
vagas:16
Inscrição: R$8,00
Espaço reservado para troca de cards e treinos:
A partir das 14 hs
Legend of the Five Rings : 10 vagas
Dungeons & Dragons RPG. Duas mesas p/ 06 jogadores
Pokémon : 06 vagas
08/03/08
Torneios:
Pokémon
início: 14 hs
Torneio gratuito para os participantes da Liga Pokémon,
é só apresentar seu boletim da liga!
R$8,00 -jogadores não partipantes da Liga .
20 vagas
Yugi-Oh:
início: 13:30 hs
Inscrição: R$ 8,00
16 vagas
D&D Miniatures
Início: 14 hs
Inscrição: R$ 8,00
Oito vagas.
14 hs
L5R: 08 vagas
Dungeons & Dragons RPG: 01 grupo c/ 06 jogadores
15/03/08
Torneios:
STATE CHAMPIONSHIP de POKEMON:início : 13 hsInscrição: GRATUITAFormato: HP-OnTrazer deck list, marcadoresinformações:www.devir.com.br/pokemon
22/03/08
Torneios:
Yugi-Oh
início: 13:30 hs
Inscrição: R$8,00
16 vagas
D&D Miniatures
Início: 14 hs
Inscrição: R$8,00
08 vagas
Espaço reservado para jogadores a partir das 14 hs
Legend of the Five Rings: 08 vagas
Pokémon: 12 vagas
Dungeons & Dragons RPG. Duas mesas.
29/03/2008
Torneios:
REGIONAL YUGIOH
Inscrição: R$10,00 Horário: 13:30 hs Vagas: 40
MAGIC: Extended (tipo IV)Inscrição: R$8,00Horario: 14 hsVagas: 16
As férias continuam...e os lançamentos também!!
PANINI COMICS
Superman #62, X-Men #73, Liga da Justiça #62,
Batman #62, Homem-Aranha #73, Eternos #4,
Marvel Millenium #72,
Mulher Gato – Um Crime Perfeito,
Os Maiores Clássicos do Homem-Aranha #6
PIXEL
Spawn #170
Pixel Magazine #9
Tom Strong – A Invasão das Formigas Gigantes
O ano foi repleto de lançamentos e agora é a difícil hora de escolher os melhores do ano. Para facilitar a sua escolha, fizemos enquetes divididas em diversas categorias listadas nos links abaixo. Leia o que falta ler e vote logo, o prazo final é 20 de janeiro. Os resultados finais serão divulgados aqui no blog no final de janeiro.
Mangás:
http://www.enquetes.com.br/categorias.asp?id=775507
Infantis:
http://www.enquetes.com.br/categorias.asp?id=775511
Álbuns:
http://www.enquetes.com.br/categorias.asp?id=775512
Séries regulares:
http://www.enquetes.com.br/categorias.asp?id=775513
Minisséries e edições especiais:
http://www.enquetes.com.br/categorias.asp?id=775514
Republicações: